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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

E a viagem continua...

Chegue à Cidade Celestial se puder!

Este novo e emocionante jogo levará você às aventuras e perigos da vida cristã de uma maneira muito divertida. No caminho do tabuleiro encontre monstros terríveis, gigantes assustadores, um juiz cruel e ferozes leões, mas também bons amigos até que finalmente, você conclua sua jornada até a maravilhosa Cidade Celestial!

Além disto, acompanhe a história de Cristão no livro totalmente ilustrado que segue com o jogo, uma versão de John Bunyan do clássico O Peregrino. Cada página do livro mostra como deve ser a vida de todos aqueles que escolhem seguir a Cristo.

Número de participantes: 2 a 6 jogadores
Para crianças de 6 anos ou mais

Este jogo contém:
1 tabuleiro
1 dado gigante
1 pacote de peças de plástico transparente
6 figuras do Peregrino com fardo
6 figuras do Peregrino com espada
12 figuras 3D do tabuleiro
20 cartas da Jornada do Peregrino
16 cartas do Desespero do Peregrino
1 Livro da Jornada do Peregrino com 88 páginas

Em: www.cpad.com.br

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Teologia: o estudo de Deus

Sobre Deus


Não sei explicar as razões de minha fé. Não sei dizer os porquês de minha devoção. Sinto-me inadequado para convencer os indiferentes. Como fazer que desejem o mesmo sal que tempera o meu viver? Limitado, reconheço que tudo o que sei sobre o Divino é provisório. Não tenho como negar, minhas convicções vacilam. As certezas que me comovem são, decididamente, vagas.

Sei tão somente que Ele se tornou a minha meta, o meu norte, a minha nostalgia, o meu horizonte, o meu atracadouro. Empenhei o futuro para seguir os seus passos invisíveis. No dia em que o chamei de Senhor, a extensão do meu meridiano se alongou e os fragmentos de meu mapa existencial se encaixaram. Ao seu lado, caíram os tapumes da minha estrada e o ponteiro da minha bússola se imantou.

Sei tão somente que Ele se fez residente no campus dos meus pensamentos. Presente nos vôos da minha imaginação, transformou-se no mais doce ponto de minhas interrogações. Causa de toda inquietação, tornou-se a fonte de minha clarividência.

Sei tão somente que Ele se desfraldou como flâmula sobre meus ombros. Por amar tanto e tão formidavelmente, cilício, purgações, sacrifícios, tudo foi substituído por desassombro. No porão da tortura, nos suplícios culposos, achei um ambulatório, o seu regaço.

Livros contábeis, que registravam meus erros, foram rasgados. Encaro a eternidade com a sensação de que as sentenças estão suspensas. Já não fujo dEle como de um Átila. Eu o chamo de Clemente.

Sei tão somente que Ele ardeu o delicado filamento que acendeu a luz dos meus olhos. Ele foi o mourão que marcou o outeiro de minha alma; sou um jardim fechado. Ele é o badalo que dobra o sino do meu coração e o alforje onde guardo acertos e desacertos do meu destino.

Sei tão somente que Ele me fascina com a sua luz refratada em muitos matizes. Dele vem o encarnado que tinge a minha face com o rubor do sol. Seu amarelo me brinda com o açafrão do mistério transcendental. Vejo um roxo que me colore de púrpura real. Seu branco é lunar e me prateia. Seu preto me imprime de um nanquim celeste. Por sua causa, a minha alma espelha o azul dos oceanos virgens.

O que dizer de Deus? Tão pouco! Calado, só espero que o meu espanto celebre o tamanho da minha reverência.

Soli Deo Gloria

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Os Ombros Suportam o Mundo

Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos
tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres
batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na
sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes
sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice,
que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a
mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida
é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.

Carlos Drummond de Andrade

A velhice (Olavo Bilac)

Humor e Velhice

Uma exposição de fotografias recém-inaugurada na Espanha usa o humor para retratar as manias e mitos de mulheres da terceira idade.

A mostra "Senhoras que..." reúne retratos de 20 espanholas com mais de 50 anos que aceitaram posar confessando seus hábitos sociais preferidos, como usar a calcinha favorita na consulta com o ginecologista, batalhar para conseguir algo grátis ou não perderem um programa de fofoca, por exemplo.

A ideia da exposição foi lançada inicialmente no site de relacionamentos Facebook, conquistando centenas de "fãs" e gerando várias sugestões de personagens.

"São histórias de mães, avós, amigas e vizinhas, que têm uma assombrosa capacidade de nos roubar um sorriso ou nos deixar boquiabertos", disse o fotógrafo Héctor Barnabéu, autor dos retratos.

A exposição retrata com humor as manias das mulheres com mais de 50 anos, como a de escolher a calcinha favorita para ir ao ginecologista.



As voluntárias também assumiram que colocam um saco na cabeça para se protegerem da chuva.
Outras mulheres confessaram que não se interessam por política e que costumam votar nos candidatos mais bonitos.

Segundo Barnabeu, essas são "mães e avós com capacidade de nos roubar um sorriso",
como aquelas que fazem qualquer coisa pra conseguir um produto de graça.
Satirizando a mania de se lamentar das doenças e tarefas domésticas com as amigas.

"Testar" dezenas de pães até escolher qual vai levar pra casa, é um dos comportamentos que algumas voluntárias assumiram ter.

Acompanhar programas de fofocas na TV, também é uma atividade favorita das idosas espanholas.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Educação Financeira Infantil - O guia


Você conversa sobre finanças com seu filho ou deixa que ele acredite que dinheiro cresce em árvores? Cada vez mais cedo, as crianças estão participando da dia-a-dia do consumo das famílias e merecem aprender a lidar com seus recursos.

De uma forma clara e objetiva, a autora responde as principais dúvidas dos pais na hora de tratar de finanças com os filhos. O discernimento de Susanna Stuart em relação a finanças e seu bom senso inteligente auxiliarão a desenvolver habilidades de administração do dinheiro de que as crianças precisam para ser bem-sucedidas na vida.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O pai da Didática Moderna

O nome Comênio é o aportuguesamento da assinatura latina (Comenius) de Jan Amos Komensky, nascido em 1592 em Nivnice, Morávia (então domínio dos Habsburgos, hoje República Tcheca). O pensador Comênio foi filho único de um casal de membros do grupo protestante Irmãos Boêmios. Na Universidade de Heidelberg (Alemanha), se entusiasmou com as idéias de filósofos que criavam uma concepção de ciência baseada no empirismo. Seguiu carreira religiosa e teve de fugir para a Polônia quando, no início da Guerra dos 30 Anos, em 1618, o rei Ferdinando II decidiu reimpor o catolicismo na Boêmia. Sua revolta com a situação o levou a escrever obras filosóficas e pedagógicas satirizando a ordem vigente e propondo mudanças radicais. Essas idéias seduziram pensadores da Inglaterra, que o convidaram a trabalhar no país, mas o projeto foi abortado pela eclosão da Guerra Civil Inglesa, em 1642. Tentativas de reforma escolar a pedido dos governos da Suécia e da Hungria acabaram fracassando – em parte por causa da insistência do pensador em divulgar sua "pansofia", sem sucesso – e ele voltou para a Polônia. Comênio teve novamente de fugir de uma guerra civil e estabeleceu-se em Amsterdã, onde permaneceu até morrer, em 1670. Por essa época, seus livros de texto ilustrados para o aprendizado de línguas e ciências tinham se tornado uma bem-sucedida novidade nas escolas da Europa.
Em: http://homolog.novaescola.abril.com.br/historia/pratica-pedagogica/pai-didatica-moderna-423273.shtml

Aprender brincando de Comenius

Gravura de Comenius para um de seus livros de texto: Aprender Brincando
Foto: HULTON ARCHIVE/Getty Images

sexta-feira, 31 de julho de 2009

A lista de grandes amigos...

Faça uma lista de grandes amigos...Quem você mais via há dez anos atrás? Quantos você ainda vê todo dia? Quantos você já não encontra mais...Faça uma lista dos sonhos que tinha...Quantos você desistiu de sonhar!Quantos amores jurados pra sempre? Quantos você conseguiu preservar...Onde você ainda se reconhece ...foto passada ou no espelho de agora? Hoje é do jeito que achou que seria? Quantos amigos você jogou fora? Quantos mistérios que você sondava? Quantos você conseguiu entender? Quantos segredos que você guardava...Hoje são bobos ninguém quer saber? Quantas mentiras você condenava? Quantas você teve que cometer? Quantos defeitos sanados com o tempo...Eram o melhor que havia em você?Quantas canções que você não cantava...Hoje assobia pra sobreviver? Quantas pessoas que você amava....Hoje acredita que amam você?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Inteligências Múltiplas


Desenvolver inteligências parece ser uma coisa básica e natural no agir de um educador.
Howard Gardner sugere que desenvolver inteligências é dar importância a diferentes atuações, pois inteligência é a habilidade para resolver problemas ou criar produtos que sejam significativos a diferentes ambientes culturais.
A teoria de Gardner ficou conhecida como a teoria das Inteligências Múltiplas. Gardner identificou e descreveu originalmente sete tipos que são: Lógico Matemática – Linguística – Espacial – Musical – Físico/Cinestésica – Intrapessoal – Interpessoal - Naturalista.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O homem de La Mancha

O homem de La Mancha é um musical escrito por Dale Wasserman.
Música de Mitch Leigh e letras de Joe Darion, baseado em D. Quixote de Cervantes.
Aqui numa fantástica interpretação com Paulo Autran.

domingo, 25 de janeiro de 2009

As melhores de Paulo Freire


"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino."


"Só desperta paixão de aprender, quem tem paixão de ensinar."


“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.”


"Além de um ato de conhecimento, a educação é também um ato político. É por isso que não há pedagogia neutra."


"A construção do conhecimento se faz através do diálogo."


"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."

Paulo Freire