domingo, 13 de junho de 2010
Didática no Ensino Básico em Teologia 3
de Deus através das Alianças
Aliança: Acordo bilateral de obrigação mútua entre as partes.
ONDE?
Jardim do Éden – Gn 2:16
O QUE?
Deus X Homem
COMO?
Comer livremente de qualquer árvore do jardim;
Propagar a raça;
Sujeitar a terra;
Dominar sobre a criação animal;
Cuidar do jardim e comer os seus frutos e ervas;
Abster-se de comer de um único fruto, da árvore do conhecimento do bem e do mal, com a penalidade da morte por desobediência.

ONDE?
Monte Ararat
O QUE?
Deus X Noé
COMO?
A ordem da natureza é confirmada (Gn.8.22; 9.2) através do Arco da Aliança (Gn 9: 14 – 16);
Nenhuma maldição é anunciada sobre a terra, nem o homem deve temer outro dilúvio universal (Gn. 8.21; 9.11-16);
O Homem torna-se responsável pela proteção da santidade da vida humana, através de um governo ordeiro sobre o homem individual, até a pena capital (Gn. 9.5-6 compare com Rm. 13.1-7).
ONDE?
Ur dos Caldeus
O QUE?
Deus X Abraão
Promessa de uma grande nação - (Gn. 12.2) “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção
COMO?
Pai de numerosos descendentes através de Isaque.
ONDE?
Monte Sinai
O QUE?
Deus x Povo de Israel
Propriedade peculiar – grande nação
“Agora, se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a terra seja minha... (Ex. 19.5)”
COMO?
Obediência as leis: MORAL – CIVIL – CERIMONIAL
ONDE?
Jerusalém
O QUE?
Deus X Davi
Estabelecimento do Reino e permanência
“Quanto a você, sua dinastia e seu reino permanecerão para sempre diante de mim; o seu trono será estabelecido para sempre (II Sm. 7.16)."
COMO?
A promessa da posteridade na casa de Davi;
Um trono simbólico de autoridade real;
Um reino, ou governo sobre a terra;
Certeza de cumprimento, pois as promessas a Davi “serão estabelecidos (as) para sempre”.

ONDE?
Cruz
O QUE?
Deus X Homem
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira,
que deu seu único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça,
mas tenha a vida eterna (Jo 3:16).”
COMO?
Através do sacrifício de Jesus Cristo
Difere da Aliança Mosaica, não moralmente, mas em eficácia (Hb. 7.19 compare 8.3-4);
Está estabelecida sobre promessas melhores (isto é, incondicionais).
Na Aliança Mosaica Deus diz, Se... (Ex. 19.5);
Na Nova Aliança Deus diz, “Eu Farei...” (Hb. 8.10-12);
Sob a Aliança Mosaica, a obediência brotava de temor; sob a Nova Aliança, ela brota de um coração e uma mente dispostos;
Na Nova Aliança garante a revelação pessoal do SENHOR a cada CRISTÃO;
Na Nova Aliança assegura esquecimento completo dos pecados e repousa sobre uma redenção consumada, através de Cristo Jesus.
(Fonte: Bíblia Scoffield)
Didática no Ensino Básico em Teologia

Segundo Piletti (2006), “o homem atribui sentido especial às coisas, sendo isto, portanto, um ato que exige uma situação concreta, na qual a pessoa manifesta sua adesão a determinadas coisas ou repulsa para outras. Ao realizar suas escolhas, atribui significado de bom, mau, útil, inútil às coisas que o rodeiam.” Para tanto, ao fazer suas escolhas, o indivíduo estabelece valores e/ou verdades, segundo as conotações positiva ou negativas previamente classificadas.
Não há forma única nem um único modelo de educação. Em cada sociedade ou país a educação existe de maneira diferente. Cada país, cada sociedade tem realidade e valores diferentes e, por isso, tem uma concepção diferente de educação. A idéia de educação de cada povo depende, portanto, da sua realidade concreta e de seus valores.
Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade
*O QUÊ?
Verdades e valores
* COMO?
Didática
* Geral: Investigativa – Curricular - Profissional
* Específica: Matemática - Geografia - ...
terça-feira, 25 de maio de 2010
Afinidade por ela mesma

delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente.
as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade,
qualquer reencontro retoma a relação,
o diálogo, a conversa,
o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo para o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Mas quando existe
não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento,
irradia durante e permanece
depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
a respeito dos mesmos fatos que impressionam,
comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente,
mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado,
não para eles próprios.
o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando é falar,
jamais explicar: apenas afirmar.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas
quanto das impossibilidade vividas.
sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida,
para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser,
cada vez mais a expressão do outro
sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.
Arthur da Távola
Afinidade - Pensando em ti

Um vento cortante, frio,
No coração um vazio,
Penso em ti!
Abro as janelas da minha vida
Deixo que entre o amanhecer,
Louco, ávido por te ver
Depois de mais uma noite indormida!
Onde estarás? Que fazes neste momento?
Indaga o meu pensamento!
Não sei! Só me resta então imaginar!
Quem és? O que representas para mim?
Uma estrela? Um sol? Algo assim...
Um alvorecer a me esperar!
Walter Pereira Pimentel
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Dança depois dos 60
A Company of Elders nasceu há dez anos no teatro de dança Saddler’s Wells, no norte de Londres, a partir de um projeto comunitário.
Formado por membros da comunidade local, o grupo conta com 25 dançarinos com idades de 61 a 85 anos. Para alguns deles, a dança já é uma paixão antiga, já outros descobriram a atividade recentemente por meio do projeto.
Ao longo dos anos, o grupo já trabalhou com coreógrafos renomados como Rosemary Lee e Wayne McGregor e se apresentou em vários países da Europa.
Seu repertório inclui coreografias contemporâneas e algumas inspiradas no passado.
Os Ombros Suportam o Mundo
Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.
Tempo de absoluta depuração.
Tempo em que não se diz mais: meu amor.
Porque o amor resultou inútil.
E os olhos não choram.
E as mãos
tecem apenas o rude trabalho.
E o coração está seco.
Em vão mulheres
batem à porta, não abrirás.
Ficaste sozinho, a luz apagou-se,
mas na
sombra teus olhos resplandecem enormes.
És todo certeza, já não sabes
sofrer.
E nada esperas de teus amigos.
Pouco importa venha a velhice,
que é a velhice?
Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a
mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo
prefeririam (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida
é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.
Carlos Drummond de Andrade
