segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Gestão Escolar em destaque
Tudo sobre o papel do diretor, do coordenador e do orientador.
Notícias,entrevistas e artigos sobre a área da gestão.
Vale a pena conferir!!
segunda-feira, 11 de março de 2013
Tecnologia no Ensino Infantil
As crianças das novas gerações já nasceram "plugadas" no universo digital. Desde pequenas sabem usar o computador, acessar a internet, manusear uma câmera digital ou um telefone celular. Além de serem instrumentos de comunicação e entretenimento, essas ferramentas tecnológicas também são importantes aliadas do ensino, desde a educação infantil. "Se o papel da escola é preparar para a vida e a tecnologia faz parte da vida, a escola precisa preparar os alunos para lidar com ela desde cedo", afirma Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia educacional no Colégio Dante Alighieri, de São Paulo. Mas, para ser eficiente no ensino, a tecnologia precisa ser usada com objetivos pedagógicos bem definidos. De nada vale a escola ter salas equipadas com telão para a projeção de vídeos se os filmes exibidos não tiverem relação com o conteúdo estudado. Da mesma forma, em casa, o computador pode ser usado para aprender, mas também pode ser um perigo caso a criança seja deixada sozinha navegando pela internet, sem supervisão. Veja abaixo as dicas dos especialistas e saiba como usar a tecnologia em favor do aprendizado do seu filho.
Para ler, clique nos itens abaixo:
- Meu filho é pequeno, está iniciando a alfabetização. O computador já pode ajudar no seu aprendizado?
- Mesmo quando as crianças são bem pequenas e ainda não sabem ler ou escrever, o computador já pode ser utilizado como ferramenta de ensino, tanto na escola como em casa. "Jogos no computador, desenvolvidos para essa faixa etária, podem ser úteis para o exercício de estratégias e da imaginação. Também no computador as crianças podem desenhar, colorir, assistir histórias animadas, fazer pesquisas, etc", diz Maria Elizabeth Almeida, professora de tecnologias na educação e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
- Se meu filho pode desenhar e escrever no computador, não vai mais precisar do papel?
- Vai precisar sim. "O uso de tecnologias não vem para substituir materiais concretos, como o papel, mas para trazer novas contribuições. Jogos ao ar livre e atividades como recortar, colar e desenhar continuam sendo importantíssimas para a educação infantil", diz Maria Elizabeth Almeida, professora de tecnologias na educação e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
- Por quanto tempo crianças em fase de educação infantil devem usar o computador?
- Nessa faixa etária as crianças não conseguem reter por muito tempo a atenção nem no computador e nem em atividades de outra natureza, conforme explica Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia educacional no Colégio Dante Alighieri, de São Paulo. Uma sugestão para que as crianças não se cansem das atividades, seja no computador ou fora dele, é dividir as turmas em grupos e realizar rodízios de atividades. Se a classe está estudando sobre cores, por exemplo, um grupo pode ir para o computador para colorir enquanto outro grupo vai fazer pintura com tintas no chão e outro grupo vai desenhar no papel. "Depois de algum tempo, é realizado rodízio, para que todos tenham a oportunidade de ir ao computador, pintar no chão e desenhar", explica Valdenice.
- Além do computador, que outras ferramentas tecnológicas podem ajudar no ensino?
- O aprendizado por meio da tecnologia vai além o uso do computador. Desde que haja um objetivo pedagógico bem definido, as crianças podem, por exemplo, aprender quando assistem a filmes, quando tiram fotografias ou participam da produção de vídeos. Mas atenção: para que a atividade tenha a função de ensinar, não basta exibir aleatoriamente um desenho animado ou filme. Ele deve trazer um contexto que sirva depois para uma discussão ou reflexão. Pedir que a criança fale sobre o que acabou de assistir a ajuda a exercitar sua capacidade de análise, argumentação e compreensão de conteúdos. "Quando aconteceu a Rio + 20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em junho, no Rio de Janeiro), a gente trabalhou em sala de aula questões ambientais como a do lixo. Depois produzimos um vídeo em que as crianças foram convidadas a falar sobre o futuro que elas querem, de forma bem espontânea. O vídeo foi divulgado no blog que temos e que pode ser visto pelos pais. Dessa forma, a tecnologia se transformou também em um meio de comunicação da escola com os pais, para que eles também possam participar da vida escolar dos filhos", conta Marli Lenir Dagnese Fiorentin, professora de educação infantil e orientadora no uso das tecnologias do Colégio Estadual Pe. Colbachini, de Nova Bassano, no Rio Grande do Sul.
- Posso ajudar no aprendizado do meu filho em casa, com ajuda da tecnologia?
- Sim. Pesquisar junto com seu filho um assunto no computador, por exemplo, pode tanto ajudá-lo a aprender como proporcionar um momento de convivência importante para a criança. "As crianças dessa faixa etária estão descobrindo o mundo e qualquer coisa, qualquer objeto pode se transformar em um assunto de investigação importante para elas", diz Valdenice Minatel, coordenadora de tecnologia educacional no Colégio Dante Alighieri, de São Paulo.
- Quais cuidados devo ter quando meu filho pequeno usa o computador?
Texto Adriana Carvalho
sexta-feira, 8 de março de 2013
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Férias com as crianças - 101 atividades
Veja as sugestões de atividades e planeje as férias das crianças
Chegaram as férias, e crianças e adolescentes estão em casa em tempo integral. Tudo o que você quer é manter essa galerinha ocupada e se divertindo. Mas como aproveitar o tempo de um jeito gostoso e sem gastar muito? Nossa proposta é ensinar aos pequenos e aos nem tão pequenos brincadeiras que exijam apenas materiais simples ou improvisados, mas que animem o dia e façam o tempo passar depressa.
Além de animar as férias, as brincadeiras aproximam pais e filhos, fortalecendo a cumplicidade. A psicopedagoga Márcia Zebini, de São Paulo, alerta para a importância de tirar os filhos da frente da televisão, do videogame ou do computador: "Os jogos eletrônicos são muito rápidos, solicitam a concentração num nível quase hipnótico. Por isso, enquanto está jogando, a criança não consegue se envolver com mais nada e acaba se isolando". Veja nossa lista e comece a curtir as férias em família!
Pra começar, confira as cinco dicas da Fátima Bernardes:
- 1) Tarde com amigos
- "Vira uma grande festa em casa e, como seus filhos se distraem, você ganha algum tempo para si - o que também é importante."
- 2) Livros
- "Acho interessante estipular a hora da leitura. Cada um escolhe um conto ou uma poesia para ler para os outros."
- 3) Lugares diferentes
- "Qualquer passeio pode ser divertido, depende da maneira como você faz. Ir à feira livre vira uma farra se você mostrar aos seus filhos por que isso pode ser muito legal."
- 4) Culinária
- "Você escolhe uma receita simples e todos ajudam a cozinhar. O tempo passa rapidinho."
- 5) Brincar de aniversário
Veja sugestões de brincadeiras ao ar livre:
- 6) Cabo de guerra
- Cada equipe pega uma extremidade de uma corda para puxar. Ganha o time que fizer o outro cruzar a linha imaginária riscada no chão.
- 7) Amarelinha
- Basta giz para desenhar o caminho de 1 a 10, uma pedrinha e energia para pular com um pé só!
- 8) Elefantinho colorido
- Um participante diz "Elefantinho colorido!". Os outros respondem "Que cor?". Ele fala a cor, e os outros correm para tocar em algo daquele tom antes que o "elefantinho" consiga capturá-los.
- 9) Queimada
- Demarque um campo e defina duas equipes. O objetivo é atingir com a bola os jogadores adversários.
- 10) Caça ao tesouro
- Esconda um prêmio (saco de balas, por exemplo) e espalhe bilhetinhos com charadas que, respondidas, levam a outra pista. E assim por diante, até o tesouro.
- 11) Esconde-esconde
- Um clássico que rende horas de diversão!
- 12) Mãe da rua
- Exige agilidade! Uma criança (a mãe da rua) fica entre dois riscos, distantes 5 metros, e as equipes ficam atrás das linhas. Quem for pego ao cruzar a "rua" é eliminado. Ganha o time que atravessar mais participantes.
- 13) Corrida de saco
- As crianças têm de correr pulando dentro de um saco de batatas vazio. Haja equilíbrio!
- 14) Pega-pega
- Um jogador tenta pegar os demais. Quem for alcançado passa a ser quem corre atrás.
- 15) Pique-pega
- Semelhante ao pega--pega, mas, enquanto fogem, os jogadores podem tocar no pique (árvore ou poste). Ali, não podem ser pegos!
- 16) Serpente
- Outra variação do pega-pega, em que cada jogador que é pego dá a mão ao pegador. Juntos, passam a tentar pegar os outros.
- 17) Corrida do ovo
- Um desafio à coordenação! Cada competidor segura com a boca uma colher com ovo. E tem de vencer a corrida sem deixar cair!
- 18) Cabra-cega
- De olhos vendados, uma criança tenta pegar os demais. Quem for pego vira a cabra-cega.
- 19) Morto-vivo
- Alguém dá as ordens: com "Morto!", todos se agacham, com "Vivo!", todos ficam de pé. Dificulte falando rapidamente!
- 20) Pula-sela
- As crianças adoram, mas cuidado para ninguém se machucar! Os participantes ficam agachados em sequência. Quem estiver na ponta salta sobre os demais, apoiando as mãos nas costas dos amigos.
- 21) Pular corda
- Dois participantes batem a corda enquanto outros pulam. Quem errar tem de girar a corda. Varie a velocidade.
- 22) Pular corda sozinho
- A criança pode inventar várias formas de pular corda: para a frente, para trás, cruzado... Se forem duas ou mais crianças, podem disputar quem pula mais tempo.
- 23) Pega-rabo
- Cada equipe é identificada por uma cor de fita, presa à calça dos integrantes, como um rabo. As crianças têm três minutos para arrancar os rabos dos adversários. Quem ficar sem fita é eliminado. Vence o time que juntar mais rabos.
- 24) Peteca
- Em círculo, os participantes jogam a peteca um para o outro, batendo na base dela. Quem deixar cair é eliminado.
- 25) Vôlei de roda
- Não tem peteca? Pegue uma bola para brincar de vôlei. Não vale deixar a bola cair!
- 26) Duro ou mole
- Uma criança corre atrás das outras. Quando tocar em alguém, diz "Duro!" e o jogador deve ficar parado. Ele só pode voltar a correr se outro encostar nele e gritar "Mole!".
- 27) Bolinhas de sabão
- Quer coisa mais simples e gostosa? Num copinho, misture água e detergente. Corte a parte de cima de algum potinho de plástico redondo (como o de iogurte), cole uma vareta e pronto: basta pôr o anel na água com sabão e soprar...
Confira as sugestões para o fim de semana:
- 28) Piquenique
- Monte uma cesta caprichada com lanchinhos gostosos e saudáveis e convide toda a família para ir ao parque.
- 29) Bicicleta
- Essa é boa para queimar calorias! Se não tiver bicicleta, peça emprestado ou alugue (alguns parques têm essa opção).
- 30) Patins e skate
- As crianças ganharam no Natal e quase não usam? A hora é agora!
- 31) Dia de turista
- Que tal conhecer os monumentos da sua cidade? Ou um parque novo? Rende ótimas fotos de família!
- 32) Pipa, papagaio ou raia
- Pode ser divertido montar em vez de comprar - veja um modelo feito com jornal no link http://abr.io/2KC5. Nunca use cerol, é perigoso!
- 33) Acampamento
- Que tal juntar todos na sala para dormir? A mudança de rotina já vira a brincadeira. Espalhe os colchões e os cobertores!
- 34) Cineminha
Dentro de casa também é possível se divertir:
- 36) O mestre mandou
- Um jogador dá uma ordem, que deve ser cumprida rapidamente. É pura adrenalina!
- 37) Boliche
- Arrume três fileiras de quatro garrafas PET vazias. Com uma bolinha, os competidores tentam derrubar o maior número de garrafas.
- 38) Duelo de mãos
- Um jogador põe as mãos com as palmas para cima. Outro deixa as mãos em cima, viradas para baixo. O primeiro tenta bater nas costas das mãos do outro, que tem de tirá-las.
- 39) Continue o desenho
- Numa roda, uma criança faz um traço e passa o papel adiante. Após todos desenharem, a criança adivinha o que seu rabisco virou.
- 40) Brinquedos de sucata
- Dá para fazer mágica com garrafas PET, rolinhos de papel higiênico, cola e tesoura!
- 41) Teatrinho
- A garotada interpreta contos de fadas ou cria histórias.
- 42) Dobraduras
- Papéis velhos e tesoura garantem a diversão! O link http://abr.io/2KCx traz boas ideias.
- 43) Historinha
- Vale ler ou dar um livro e pedir que as crianças contem uma história a partir das figuras.
- 44) Complete a história
- Uma criança começa uma história, que deve ser complementada pelos coleguinhas.
- 45) Jogo das rimas
- Parece com esse acima, mas as frases devem rimar.
- 46) Forca
- Tem de adivinhar a palavra letra por letra. A cada erro, um pedaço do boneco é desenhado na forca.
- 47) Trava-língua
- Tente pronunciar frases com palavras de sons parecidos. Desafios em http://abr.io/2KEL
- 48) Labirinto
- Cada participante deve desenhar um longo labirinto. Os demais têm de achar o caminho.
- 49) Telefone sem fio
- Um jogador fala rapidamente no ouvido de outro uma frase, que é dita ao seguinte. O último diz a frase em voz alta. Rende boas risadas!
- 50) Jogo da velha
- Vence quem fizer uma linha vertical, horizontal ou diagonal com três símbolos iguais.
- 51) Piadas
- Ponha todo mundo para rir numa competição de piadas!
- 52) Sequência
- Um participante faz um gesto. O seguinte repete e acrescenta um. O outro repete e põe mais um, e assim por diante. Errou, é eliminado.
- 53) Palitos
- Cada pessoa recebe três palitos. Então, cada um mostra a mão fechada, com palitos dentro. Todos apostam o total de palitos. Sai quem errar.
- 54) O que é o que é
- Os pequenos adoram brincar de adivinhações! Veja algumas opções em http://abr.io/2L8Y
- 55) Massinha
- É uma delícia modelar formas diversas!
Veja sugestões de atividades com música:
- 56) Estátua
- O líder põe uma música, e os demais dançam. Quando o líder grita "Estátua!" e abaixa o som, todos devem ficar imóveis. Vence quem ficar como estátua por mais tempo.
- 57) Dança da laranja
- As duplas dançam equilibrando uma laranja entre as cabeças. O par que deixar cair a fruta é eliminado.
- 58) Dança das cadeiras
- Os participantes andam ao redor de um círculo de cadeiras em quantidade inferior ao número de pessoas. Quando a música parar, todos devem se sentar. Quem ficar sem cadeira é eliminado.
- 59) Qual é a música?
- Alguém tem de assobiar ou batucar o trecho de uma música, e os outros precisam adivinhar qual é.
- 60) Bandinha
- Ponha o som da banda preferida das crianças. Elas devem imitá-la com objetos da casa. Almofadas podem virar uma bateria, a vassoura, a guitarra, e o controle remoto, o microfone! É show!
- 61) Banda de sucata
- O legal é produzir os instrumentos. Faça chocalhos com garrafas PET cheias de grãos de feijão ou milho, cornetas com o rolo de papelão do papel higiênico... Use a imaginação!
Aproveite os jogos que tem em casa:
- 62) Baralho
- As cartas rendem inúmeros jogos, como buraco, paciência, mau mau...
- 63) Damas
- Se não tiver o jogo, desenhe um tabuleiro (um quadrado com oito quadrados para cada lado pintados de forma alternada). E use grãos de feijão no lugar das peças. Veja as regras no link http://abr.io/2KTb
- 64) Dominó
- O jogo trabalha conceitos de matemática e estratégia. E toda a família pode jogar. Não se lembra das regras? Dê uma olhadinha neste link: http://abr.io/2KtF
- 65) Quebra-cabeça
- Quanto mais peças, maior o desafio. O bacana é montá-lo em uma base rígida para depois enquadrar!
- 66) Cante a música
- Uma pessoa sugere uma palavra e as demais têm de lembrar uma música com ela.
- 67) Gato mia
- Num quarto escuro, alguns se escondem e outro, de olhos fechados, deve tocar em uma pessoa que, se tocada, tem de miar. Se a criança acertar quem miou, a outra sai da sala. Tire objetos que quebrem ou causem quedas!
- 68) Adivinha quem é
- Uma pessoa pensa em alguém famoso, e as outras tentam adivinhar. Quem pensou só pode responder "Sim" ou "Não".
- 69) Colagem
- Reúna revistas, retalhos, cola e tesoura e deixe a meninada criar. Aí, faça uma exposição!
- 70) Ligue os pontos
- Os pequenos devem cobrir o pontilhado preparado por você. A brincadeira desenvolve a coordenação motora fina.
- 71) Jogo da memória
- Faça o jogo! Com cartolina, as crianças devem criar pares de imagens iguais. Aí, é só embaralhar, pôr de cabeça para baixo e adivinhar onde estão as duplas.
- 72) Carimbos com batata
- Um adulto corta uma batata ao meio e cria figuras em relevo. Os pequenos molham a batata na tinta e enfeitam os papéis.
- 73) Teatro de fantoches
- As crianças menores tembém têm vez! Use bonecos de pano para contar historinhas e divertir os pequenos com vozes engraçadas.
- 74) Em que mão está?
- Esconda um objeto em uma das mãos e peça para a criança adivinhar em qual mão está.
- 75) Qual o nome?
- Aponte para partes do corpo da criança e pergunte o nome. Se a criança não souber falar, encoste na parte do corpo e diga como se chama.
- 76) Jogo das sombras
- No escuro, vire o abajur para a parede e faça com as mãos figuras cujas sombras lembrem animais. Veja em http://abr.io/2KUy
- 77) Cirandinha
- De mãos dadas, o grupo gira cantando a música Ciranda, Cirandinha. A brincadeira trabalha o ritmo e a sociabilidade.
- 78) Se você fosse...
- Pergunte "Se você fosse um bicho, qual seria?" A criança deve responder explicando sua escolha ou imitando o animal escolhido.
- 79) Colorir
- Use o que tiver em casa. Vale lápis colorido, giz de cera, guache e algumas folhas de papel!
- 80) Par ou ímpar
- Entre os pequenos, a brincadeira tão famosa e simples estimula o raciocínio lógico.
- 81) Dois ou um, ou Zerinho ou um
- Esta versão do par ou ímpar é usada quando há mais de dois participantes. Sai da brincadeira quem colocar o número diferente do da maioria.
Dicas para os meninos:
- 82) Jogo de futebol improvisado
- A dica é boa para dias chuvosos. Faça uma bola com um par de meias e deixe as crianças brincarem à vontade. Tire do local vasos e objetos que possam quebrar.
- 83) Corrida de carrinhos
- Junte todos os carrinhos que tiverem em casa e monte uma "pista" de corrida. Pode ser o corredor da casa. Cada participante deve empurrar seu carrinho e ver aonde chega!
- 84) Pequenos cientistas
- A criançada vai adorar essa brincadeira. Pegue um pente de plástico e um pano de flanela e pique uma folha de sulfite. Aí, é só esfregar o pente na flanela e aproximar dos pedaços de papel (que grudam no pente) ou do cabelo (que levanta todo!).
Dicas para as meninas:
- 85) Chá da tarde
- Qual é a menina que não gosta de brincar com xícaras, pratinhos, panelinhas?
- 86) Cozinha
- Brincar de preparar comidinhas rende boas horas de diversão entre as pequenas.
- 87) Desfile de bonecas
- Vale inventar roupinhas novas com retalhos. Depois, é só fazer a passarela!
- 88) Escolinha
- As bonecas viram alunas. Improvise uma lousa e materiais escolares
- 89) Casinha
- A ideia é simular o dia a dia na vida de uma família, em que as bonecas representem as crianças. Vale trocar fraldinha, dar mamadeira...
Dicas para os adolescentes:
- 90) Pega-varetas
- Junte palitos de churrasco na vertical e abra a mão para que caiam. A ideia é tentar tirar as varetas uma a uma, sem mexer nas demais. Se outra vareta for mexida, a vez passa para o próximo jogador. Vence quem pegar mais varetas.
- 91) Palavra certa
- Um dá dicas para que o outro adivinhe a palavra a ser descoberta. O objetivo é descobrir a palavra com poucas dicas.
- 92) Geografia
- Um jogador fala o nome de uma cidade, estado ou país. O próximo cita um lugar que comece com a última letra da outra palavra. Ex: Espanha e, aí, Alemanha.
- 93) Qual a capital?
- Incentive os estudos da garotada com diversão! Ganha ponto quem acertar a capital de um estado brasileiro ou país.
- 94) Stop
- Defina as categorias (cores, animais, carros...) e uma letra. Todos as preenchem com palavras que comecem com a letra escolhida. Aquele que acabar primeiro grita "Stop!".
- 95) Dança da cordinha
- Duas pessoas estendem uma corda na altura do peito. Com a barriga para cima, as outras devem passar por baixo sem tocar a corda. A altura vai diminuindo, dificultando a passagem.
- 96) Mímica
- Cada equipe escreve nomes de filmes e dá para o outro time. Uma pessoa de lá faz gestos para os colegas adivinharem o filme.
- 97) Quem sou eu?
- Com fita adesiva, cole nas costas de cada participante uma folha com o nome de um animal, personagem ou pessoa famosa. Depois, os jogadores fazem perguntas uns aos outros que os ajudem a identificar quem eles são.
- 98) Detetive
- Cada participante recebe um papel no qual pode estar escrito "detetive", "assassino" ou "vítima". Discretamente, o assassino deve piscar para as vítimas. Quem recebe a piscadela diz: "Morri", e sai do jogo. O detetive deve descobrir o assassino antes que todas as vítimas sejam "mortas". Se o assassino piscar para o detetive, acaba preso!
- 99) Dicionário
- O mediador pega uma palavra no dicionário e a lê. Os demais escrevem num papel o que acham que significa. O mediador lê em voz alta as definições sem revelar os autores. Ganha um ponto quem tiver a definição mais votada e dois pontos quem acertar a definição.
- 100) Alfândega
- Um jogador sai da sala. O grupo define uma regra para a alfândega. Por exemplo: "Só entra o que for vermelho". Quem estava fora volta e faz perguntas como "Este telefone passa?" ou "Este batom passa?". O resto responde "Sim" ou "Não". Conforme as respostas, o jogador tenta descobrir a regra.
- 101) Anagramas
Texto Vanessa Vieira
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Educação Infantil: Jogos e Brincadeiras
Nesta página, você confere tudo sobre o brincar e como utilizar as brincadeiras na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.
Reportagens, vídeos, entrevistas com os melhores especialistas, jogos online e planos de aula!
Boa diversão!
No link: http://abr.io/5IU7
Guia da Educação Infantil
Por que é importante ir a escola desde pequeno?
O que meu filho aprende nesta idade?
Ficamos cheios de perguntas na hora de criar os pequenos! P
Ficamos cheios de perguntas na hora de criar os pequenos! P
Por isso o Educar para Crescer preparou um Guia para lhe ajudar nesta fase:
Você pode baixá-lo aqui: http://abr.io/guia-ed-infantil
Você pode baixá-lo aqui: http://abr.io/guia-ed-infantil
Literatura sobre o direito da criança ao luto e à saudade

O que sente uma criança quando ela descobre que seu
melhor amigo viajou para nunca mais voltar?
POR QUE O ELVIS NÃO LATIU? é um livro que
trata da delicada situação vivida por pais e responsáveis que precisam explicar
aos seus filhos o inevitável fenômeno da morte. Em linguagem simples e direta,
mas sem deixar de lado a poesia necessária para apresentar o tema aos pequenos
leitores, este é um livro sobre o direito das crianças ao luto e à saudade.
Ilustrado com sensibilidade e graça, é uma obra para ser lida por pais e filhos
de todas as idades.
Robertson
Frizero, o autor do livro, escolheu esse tema ao observar como alguns
adultos preferem esconder de suas crianças a perda de um ente querido a
enfrentar com elas essa nova realidade. Mestre em Teoria da Literatura pela
PUCRS, escritor, tradutor e professor de idiomas, Frizero retrata em POR QUE O ELVIS NÃO LATIU? a descoberta da
morte e o modo como as crianças encontram para superar o sentimento novo que
dela surge.
Tayla Nicoletti, a
ilustradora, soube dar ao livro a delicadeza que o tema exige. Formada em Cinema
pela Fundação Armando Álvarez Penteado e trabalhando como artista visual há
quase uma década, Tayla escolheu
uma técnica de pintura em papel e colagem inspirada em Matisse, perfeita para
imprimir à história o clima de incertezas e dúvidas que o texto sugere.
Reações de luto
Nos pequenos
· queda no rendimento escolar;
· agressividade e insegurança;
· euforia e estado de fantasia;
· tristeza, depressão e medo;
· excesso ou ausência de sono e fome;
· sentimento de abandono e culpa;
· desejo de se isolar;
· queixas de dores no corpo e de cansaço.
Nos adolescentes
· raiva contra a pessoa falecida, amigos, professores e até contra si mesmo;
· confusão mental e desatenção;
· queda da auto-estima;
· desinteresse pelos amigos, pelas atividades escolares e pela vida;
· pessimismo e sentimento de culpa;
· ansiedade e crises de angústia;
· solidão e fadiga;
· agressividade e uso de drogas e álcool.
CONTATOS:
Laboratório de Estudos e Intervenções Sobre o Luto da PUC-SP, R. Monte Alegre, 961, 05014-001, São Paulo.
BIBLIOGRAFIA
A Criança e a Morte, Wilma Torres. Ed. Casa do Psicólogo.
O Dia em Que o Passarinho Não Cantou, Luciana Mazorra e Valéria Tinoco. Ed. Livro Pleno.
Laboratório de Estudos e Intervenções Sobre o Luto da PUC-SP, R. Monte Alegre, 961, 05014-001, São Paulo.
BIBLIOGRAFIA
A Criança e a Morte, Wilma Torres. Ed. Casa do Psicólogo.
O Dia em Que o Passarinho Não Cantou, Luciana Mazorra e Valéria Tinoco. Ed. Livro Pleno.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Como lidar com a morte na escola
Apesar de ser um assunto delicado, falar da morte é importante. Saiba como professores e educadores devem agir quando ela atinge diretamente a escola
Texto Marina Azaredo
Crianças morrem. Por mais que isso desafie a lógica da vida. Pode ser uma doença grave, um acidente, um episódio de violência urbana. E, se a morte é traumática para todas as idades, quando acontece com crianças, é ainda mais difícil de ser entendida e, principalmente, explicada para as outras crianças. "Quando bem pequenas, as crianças acreditam que a morte é reversível. Depois, percebem que não é, mas muitas vezes acham que apenas os velhos morrem. Por isso, quando há uma morte na escola, o assunto precisa ser tratado de forma muito delicada", afirma Aline Fávaro Dias, psicóloga e orientadora educacional do Colégio Dom Bosco de Americana (SP).
Mas nem todas as escolas estão preparadas para lidar com situações que envolvem a morte de um aluno. Para a psicóloga e psicopedagoga Ana Cássia Maturano, o mais importante é falar do assunto e jamais agir como se nada tivesse acontecido. "A criança tem curiosidade, sofrimentos, dúvidas. Elas têm necessidade de conversar para elaborar o sentimento de luto e, assim, superar o trauma", afirma. De acordo com Ana Cássia, as crianças precisam de um momento para chorar a morte tanto quanto os adultos. Dentro desse processo de elaboração do luto, não é só o diálogo que é importante. Dependendo da reação dos alunos da escola, pode-se organizar uma homenagem ao aluno morto. E um acompanhamento psicológico é indispensável, principalmente quando a morte - ou as mortes - está em um contexto de tragédia, como em casos de desastres naturais.
Em casa, os pais também devem abordar o assunto, mas sempre observando as necessidades da criança. "Se ela demonstrar curiosidade, fizer perguntas, os pais não devem tentar mudar de assunto ou deixar de respondê-las", recomenda Ana Cássia. Mas ela lembra que é melhor evitar expor o filho ao noticiário se a morte tiver ocorrido em uma tragédia ou em um acidente de trânsito, por exemplo. "A criança não precisa saber de todos os detalhes das circunstâncias da morte", diz ela.
Veja a seguir como a escola deve lidar com a morte:
1. Falar do assunto é importante. Crianças têm dúvidas, curiosidades, querem entender o que aconteceu. Professores e educadores devem ouvir e responder a esses questionamentos.
2. Não usar expressões do tipo "ele virou estrela" ou "foi para o céu". Elas não ajudam a criança a compreender o real significado da morte.
3. Ajudar a criança a elaborar o sentimento de luto. É normal que as perdas tragam dor, e o luto é importante para superá-la.
4. Em casos de tragédias, oferecer acompanhamento psicológico. E não apenas para as crianças. Muitas vezes, professores e pais também precisam desse tipo de acompanhamento, até para saber como lidar com as crianças.
5. Abrir espaço para que os pais também tragam as suas contribuições e digam, por exemplo, como a criança tem se comportado em casa. O diálogo família-escola é essencial nessas situações.
6. Organizar uma cerimônia de homenagem é uma maneira de dar a oportunidade para que toda a comunidade escolar possa se despedir da criança que morreu.
7. Entender e saber lidar com possíveis alterações de comportamento ou uma queda de rendimento dos alunos. A morte de alguém próximo é sempre um trauma e isso pode se refletir no desempenho escolar das crianças.
8. Jamais abolir os mortos da vida das crianças. Eles estarão sempre nas lembranças, na memória, nas fotografias. As crianças não precisam - e não devem! - esquecê-los.
Mas nem todas as escolas estão preparadas para lidar com situações que envolvem a morte de um aluno. Para a psicóloga e psicopedagoga Ana Cássia Maturano, o mais importante é falar do assunto e jamais agir como se nada tivesse acontecido. "A criança tem curiosidade, sofrimentos, dúvidas. Elas têm necessidade de conversar para elaborar o sentimento de luto e, assim, superar o trauma", afirma. De acordo com Ana Cássia, as crianças precisam de um momento para chorar a morte tanto quanto os adultos. Dentro desse processo de elaboração do luto, não é só o diálogo que é importante. Dependendo da reação dos alunos da escola, pode-se organizar uma homenagem ao aluno morto. E um acompanhamento psicológico é indispensável, principalmente quando a morte - ou as mortes - está em um contexto de tragédia, como em casos de desastres naturais.
Em casa, os pais também devem abordar o assunto, mas sempre observando as necessidades da criança. "Se ela demonstrar curiosidade, fizer perguntas, os pais não devem tentar mudar de assunto ou deixar de respondê-las", recomenda Ana Cássia. Mas ela lembra que é melhor evitar expor o filho ao noticiário se a morte tiver ocorrido em uma tragédia ou em um acidente de trânsito, por exemplo. "A criança não precisa saber de todos os detalhes das circunstâncias da morte", diz ela.
Veja a seguir como a escola deve lidar com a morte:
1. Falar do assunto é importante. Crianças têm dúvidas, curiosidades, querem entender o que aconteceu. Professores e educadores devem ouvir e responder a esses questionamentos.
2. Não usar expressões do tipo "ele virou estrela" ou "foi para o céu". Elas não ajudam a criança a compreender o real significado da morte.
3. Ajudar a criança a elaborar o sentimento de luto. É normal que as perdas tragam dor, e o luto é importante para superá-la.
4. Em casos de tragédias, oferecer acompanhamento psicológico. E não apenas para as crianças. Muitas vezes, professores e pais também precisam desse tipo de acompanhamento, até para saber como lidar com as crianças.
5. Abrir espaço para que os pais também tragam as suas contribuições e digam, por exemplo, como a criança tem se comportado em casa. O diálogo família-escola é essencial nessas situações.
6. Organizar uma cerimônia de homenagem é uma maneira de dar a oportunidade para que toda a comunidade escolar possa se despedir da criança que morreu.
7. Entender e saber lidar com possíveis alterações de comportamento ou uma queda de rendimento dos alunos. A morte de alguém próximo é sempre um trauma e isso pode se refletir no desempenho escolar das crianças.
8. Jamais abolir os mortos da vida das crianças. Eles estarão sempre nas lembranças, na memória, nas fotografias. As crianças não precisam - e não devem! - esquecê-los.
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